Final feliz para o morador de rua que pediu socorro à filha

Foi publicado há poucos dias, que circulava nas mídias sociais apelo do Sr. Milton da Silva Xavier, morador de rua encontrado no Largo da Concórdia, região do Brás, em São Paulo, pedindo para sua fotografia aparecer na internet com o seguinte apelo:

“Moça, pelo amor de Deus tira uma foto minha para minha filha ver e vir me buscar quero ir embora, moro na rua”

Segundo o Sr. Milton, o nome da filha seria Mayara Elisa da Silva Xavier.

Mayara entrou em contato, confirmando ser filha do Sr. Milton e declarou:

“Meu telefone esteve fora do ar no dia de hoje… esse senhor é meu pai. Há tempos não tenho contato com ele e consequentemente não sabia a situação, nem onde ele se encontrava.”

“Tive a informação da localização e vou atras dele para encontrá-lo! Li sua matéria.”

 

Fonte: Blog do Paulinho

Após 30 anos, morador de rua volta para casa no Paraná

Um morador de rua viu sua história de vida mudar após ficar internado por mais de dois meses no Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande. Anivando Gonçalvez Pires, de 45 anos, estava há 30 anos longe da família. Ele recebeu alta, na quarta-feira (30), e foi com um irmão para casa, em Terra Boa, no Paraná.

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Com a melhora do quadro clínico, o transporte até a cidade de origem do paciente foi viabilizado pela Secretaria de Promoção Social (Sepros). O paciente ainda ganhou  roupas e uma cadeira de rodas do Serviço Social do Irmã Dulce.

Vítima de um sério acidente vascular cerebral, em maio deste ano, Anivando ficou conhecido como “Marcelo” entre amigos com quem convivia, em um estacionamento no bairro Guilhermina, onde também fazia “bicos” em um quiosque.No início de julho ele socorrido por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), estava inconsciente e com sinais vitais precários.

Com a ajuda de documentos que o morador de rua portava, o Serviço Social do Complexo Hospitalar passou a levantar informações sobre a história do paciente, descobrindo apenas que sua procedência seria do Paraná, mas não havia qualquer contato da família.

 A ajuda de um detetive particular, que ofereceu seus serviços gratuitamente, e a divulgação nas redes sociais foram determinantes na localização de parentes, sendo então apurado que a mãe de Anivando esteve todos estes anos à procura de informações que levassem ao seu paradeiro.

Ele teria fugido de casa quando era adolescente, inconformado com a separação dos pais, não sendo mais visto. Para a responsável pelo Serviço Social do Irmã Dulce, a assistente social Renata Carvalho, o encontro dos familiares do paciente foi tão especial quanto sua recuperação. “Sabíamos que era uma família muito humilde, mas por recear que o paciente não resistisse, nossa equipe se empenhou em convencer os familiares a virem vê-lo, já que seu estado era crítico para suportar uma possível remoção por mais de 9 horas de viagem, ainda que de ambulância. Então, seria uma chance da família reencontrá-lo com vida”.

Fonte: A Tribuna

Morador de rua reencontra família após reportagem sobre frio viralizar

Uma reportagem da TV Globo sobre a forma como pessoas em situação de rua estavam lidando com as baixas temperaturas em São Paulo na última semana viralizou nas redes sociais depois que o prefeito de Ouro Preto, Júlio Pimenta, e sua mulher, Rosilene Fátima Rioga, se sensibilizaram com a história de um jovem, cujo nome não havia sido divulgado pela matéria. A partir do compartilhamento das imagens dele, o casal começou a investida para encontrar sua família. Em pouco tempo, conseguiram informações e foram para a Avenida Paulista encontrar Halter Roberto Neves Camilo de Moura, de 21 anos. Nesta sexta-feira, o jovem foi encaminhado para uma clínica de reabilitação em Minas Gerais, onde vivem seus parentes. A busca, porém, não foi fácil. Durante uma visita à capital paulista, Júlio e Rosilene procuraram Halter por mais de 12 horas.

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A mãe dele, Cláudia Giovanni, de 39 anos, moradora de Congonhas do Campo, a 80 quilômetros de Belo Horizonte, contou ao EXTRA que saber que seu filho havia sido encontrado foi um momento de muita emoção.

— Perdi o chão na hora. Foi um choque. Eu costumo ver o jornal, mas, naquela noite, eu não vi. De manhã, a foto dele estava em todos os grupos do WhatsApp, até que chegou a minha filha, e então chegou para mim. É uma emoção muito grande, de ansiedade e também saudade — disse.

Rosilene explicou que ficou sabendo da reportagem também por meio do aplicativo de mensagens e, preocupada, publicou sobre o homem em seu perfil do Facebook, pedindo informações dele.

— Uma juíza assistiu ao Jornal da Globo falando sobre moradores de rua em São Paulo que mostrava o Halter, mas ele disse apenas que era de Minas. Ele citou Ouro Preto, mas não falou seu nome — contou. Como seu marido é o prefeito da cidade dita por Halter na reportagem, ela deu a ideia de os dois começarem uma busca visando encontrar o morador de rua.

A publicação de Rosilene na rede social depois de encontrar o jovem já conta com quase duas mil curtidas e mais de 400 compartilhamentos.

“Venho agora agradecer imensamente a cada um de vocês que curtiram, comentaram e compartilharam a postagem referente ao Halter”, escreveu Rosilene Fátima Rioga em seu perfil do Facebook, nesta sexta-feira.

Para ela, promover esse reencontro foi possível graças a uma “corrente do bem”. “Encontramos o Halter na Avenida Paulista na madrugada do dia 21/07/17 depois de quase 12h de procura. Deus abençoe a todos vocês!”, completou Rosilene.

— Quando levantei de manhã, no dia 19, já tinham várias pessoas me enviando mensagens. Muitas pessoas disseram que tinham encontrado a família, que era filho do Dudu. Busquei então falar com uma tia do rapaz, que trabalha em uma lotérica perto de onde moro. Pela voz do homem na matéria, ela reconheceu que era ele. O pai do rapaz tinha a certidão de nascimento dele. Foi nesse momento que descobrimos que o nome dele era Halter — afirmou Rosilene.

A busca, na Avenida Paulista, foi árdua, e, segundo ela, durou mais de 12 horas. — Ficamos muitas horas. Um dos moradores de rua que encontramos nos disse para esperar em determinado ponto da rua porque era certo de que Halter passaria ali — contou.

Quando finalmente o encontraram, Halter pediu dinheiro para poder comprar comida. Depois de se alimentar, conversou sobre sua vida em Minas Gerais com o casal e afirmou, de acordo com o relato de Rosilene, que era muito feliz naquela época.

— Ele é um rapaz muito educado. Mostramos fotos antigas dele que a família nos deu. Ele disse que era ele mesmo e que estava mais bonito antes — disse Rosilene, frisando que, por ter morado na rua por mais de um ano, a fisionomia do jovem mudou bastante. — É uma história que, graças a Deus, tem um final feliz. Agora ele só precisa de um tempo para se desintoxicar e, então, ficar novamente com a família — acrescentou.

A mãe do jovem contou que seu filho recebeu, aos 19 anos, uma proposta para trabalhar em São Paulo. No início, eles se comunicavam por meio de redes sociais, mas após um ano na capital paulista, ele desapareceu.

— Ele conheceu uma mulher pelo Facebook que prometeu um monte de coisa, de ganhar bem e tal, e nada disso aconteceu. Ficamos sem contato por mais de um ano. Mas ele está saudável, está vivo. Agora vamos esperar ele se adaptar na clínica. Tudo isso foi um milagre — afirmou Cláudia.

Fonte: O Globo

Morador de rua que estava em Recreio reencontra a família

No último dia 31, após publicação do Site Pólis com o título “Equipe do prefeito Zé Maria Barros auxilia morador de rua e tenta encontrar parentes do RJ” a família entrou em contato e no sábado, dia 3, o senhor, Pedro Paulo Cândido Ezequiel, reencontrou a família no estado do Rio de Janeiro acompanhado do secretário de Desenvolvimento Social de Recreio, Diego Pena.

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Segundo informações Sr. Pedro Paulo estava distante de casa a mais de 300 km. A viagem aconteceu por intermédio da equipe do prefeito Zé Maria Barros através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

O senhor reencontrou a família em Belford Roxo e disse estar feliz por voltar pra casa.

Fonte: Pólis

Família de Iguatu reencontra homem que havia desaparecido

Um novo recomeço! É assim que a família do senhor Raimundo Sérgio Alves Assunção, 42 anos, (foto sentado) relatou o fato neste sábado, dia 06, após o reencontro dele na cidade de Patos após mais de 23 dias de desaparecimento. A família é de Iguatu (CE) e estava desesperada com o sumiço de Raimundo.

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Os parentes estavam à procura de Raimundo Sérgio que havia saído da cidade de Iguatu para realizar vendas na cidade de Patos. Os familiares estranharam a falta de contato telefônico e o não retorno de Raimundo Sérgio para a cidade natal como sempre ocorria ao se passar uma semana.

Neste sábado, dois irmãos de Raimundo e um cunhado decidiram vir a cidade de Patos para realizarem uma busca na tentativa de reencontrá-lo. Nas primeiras horas da manhã a família iniciou às buscas, mas até às 14h00 não houve nenhuma notícia que levasse ao encontro dele. A irmã de Raimundo, Ruthe, buscou a ajuda do Patosonline.com para auxiliar na procura.

Poucos minutos depois da publicação no Patosonline.com, o jovem estudante universitário Wallison Uriel reconheceu Raimundo Sérgio através da foto publicada. Uriel fez contato com Jozivan Antero e disse que o homem desaparecido permanecia em um casebre nas proximidades do Canal da Palmeira. Ele estava sujo, maltrapilho e estava consumindo bebidas alcoólicas há vários dias com outros homens.

A redação fez novo contato com a família e deu a notícia. A alegria tomou de conta dos familiares que estavam perdendo as esperanças de reencontrar Raimundo Sérgio. Eles foram até o local e encontraram Raimundo em meio aos demais homens que são conhecidos na localidade pelo intenso consumo de bebida alcoólica.

Raimundo se alimentava graças a solidariedade das pessoas humildes da própria comunidade. Uma vizinha relatou que na sexta-feira, dia 05, havia dado um prato de comida a Raimundo que era sempre muito educado e agradecido pela ajuda diante do momento. Alguns vizinhos posaram para uma foto ao lado de Raimundo e da sua família.

No casebre insalubre, sem energia elétrica e com colchões espalhados no vão de entrada Raimundo estava deitado e com aspecto de desleixado por ocasião da doença do alcoolismo. Raimundo permaneceu todo tempo calado e se percebia um profundo sentimento de impotência diante da situação que ele se encontrava. Graças a uma família que o ama Raimundo tem a oportunidade de um novo recomeço.

Fonte: Patos Online

Idoso reencontra a família após 36 anos

Isaías da Silva, 69, conseguiu reencontrar sua família após 36 anos sem contato. Nesta quarta-feira, ele reencontrou a ex-esposa, Cosma Cardino da Silva, sua filha, Adriana Isaías da Silva, e suas três netas. Ele também descobriu que será bisavô – a mais velha de suas netas está grávida de um menino.

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O idoso havia se separado da esposa, com quem morava em São Gonçalo, Baixada Fluminense, em 1981. Ele então saiu de casa, deixando três filhos. Seu filho mais novo, Alan Isaías da Silva, tinha três anos de idade, e nunca mais os encontrou.

Em 2011, Claro sofreu um acidente vascular encefálico (AVE), que lhe tirou boa parte da lucidez e da memória. Ele vivia desde então no Abrigo Cristo Redentor, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio. A instituição, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, e a Delegacia de Descoberta de Paradeiros, promoveram este reencontro. “A nossa função é restabelecer vínculos familiares de nossos assistidos, isso resgata a alegria do idoso que se encontra abrigado”, afirmou a assistente social Cintia Lima.

O encontro foi acompanhado por uma equipe de profissionais do abrigo, para monitorar o estado de saúde do idoso, que ficou muito emocionado: “Nunca esqueci o rosto dos meus filhos, Adriana está muito diferente, agora quero encontrar todos”, disse. Seus outros dois filhos, Gilberto e Alan, não puderam estar presentes mas irão visitá-lo em um final de semana.

Fonte: O Dia

Com ajuda do CREAS, homem em situação de rua reencontra família

Após 35 anos, filho reencontra mãe no dia do aniversário

Reencontrar a mãe biológica sempre foi um dos sonhos do serralheiro Wellington Martins da Silva. O que ele não sonhava ou até imaginava é que esse reencontro aconteceria no dia do próprio aniversário. Nesta terça-feira (17), data em que comemorou 36 anos, Wellington ganhou um forte abraço e muitos beijos da mãe Lúzia Martins da Silva, em Sarapuí (SP). “Um presente. Com certeza o melhor presente”, celebra. “É um dia abençoado, que felicidade”, também comemora a mãe.

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Wellington foi adotado quando tinha 1 ano. Lúzia tinha 14 anos quando deu à luz. Segundo ela, a decisão de entregar a criança para outra família foi do pai dela. “Ele achou que eu não merecia criar o bebê, porque era muito nova e não era casada”, conta a mãe, que hoje tem 51 anos.

Nesses 35 anos sem contato, os dois procuraram um ao outro em inúmeras tentativas. “Pesquisei várias vezes, mas sempre quando colocava na internet Lúzia Silva aparecia um monte de foto e eu não sabia como era ela”, conta o filho Wellington. “Nesses anos já fui à polícia, no cartório, em tudo quanto lugar, mas nunca consegui”, afirma a mãe.

Lúzia só teve sucesso ao buscar ajuda com o guia turístico Lucas Antunes, de 23 anos, que também mora em Sarapuí. Sabendo apenas o nome completo de Wellington, Lucas conseguiu achar o filho distante na internet. “No site da Receita Federal e depois do Bolsa Família encontrei o nome dele com o de Lúzia na parte de filiação. Tinha um número telefônico, liguei e descobri que o número tinha mudado. Mas nesse novo número finalmente consegui falar com ele”, descreve o guia.

Porém, não foi fácil marcar o reencontro de mãe e filho. Wellington inicialmente não acreditou que Lucas falava por sua mãe que não via há três décadas. “Ele nunca atendia ou estava trabalhando ou estava dormindo. Só no último domingo [15] é que ele me ouviu com atenção e que mandei um vídeo e fotos da mãe e irmãos dele”, conta Lucas.

Confirmada a história, Wellington, dois irmãos dele e o Lucas combinaram um encontro surpresa com Lúzia, que é viúva há 12 anos. “Ela não sabia. Fingimos que o reencontro ainda seria marcado. Eles estavam gravando um vídeo com ela quando apareci de surpresa. Foi emocionante”, afirma o filho.

Emoção também para quem acompanhou a história. A irmã Rosemara Rocha Silva, de 33 anos, se emocionou ao falar o quanto isso era importante para a mãe. “Nossa, eu não tenho palavras. É a realização do sonho dela e do nosso também. Conhecer meu irmão foi uma benção de Deus”, comemora.

Depois do reencontro, a família marcou um churrasco na casa de um amigo da família. Houve muita conversa e muitas histórias do passado para atualizar os 35 anos. O bate-papo durou horas e foi até o café da tarde. A esposa de Wellington, Zuleide Santana Oliveira, de 36 anos, conta que já até pensa nos próximos encontros com a nova família. “Estamos juntos há 15 anos e ele sempre falou da mãe biológica que não conhecia. Fico muito feliz por ele e por minhas filhas, que agora têm uma nova avó”, afirma.

O casal, que tem três filhas de 12, 8 e 3 anos, planeja passar as próximas datas comemorativas com a família do interior. “Passamos o último Natal na praia, mas agora quando houver um feriado vou voltar aqui. Vamos passar os dias fazendo churrasco e conversando tudo aquilo que temos para falar um ao outro”, completa Wellington.

Fonte; G1

Músico do ‘Raça Negra’ que virou morador de rua reencontra família

Sucesso nos anos 90, o cantor Edson Café que fez parte do grupo de pagode “Raça Negra”, virou morador de rua após entrar no mundo das drogas. Viciado, ele chegou a pediu abrigo para um fã e foi ajudado durante 6 anos.

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O músico, no entanto, chegou a ser internado dez vezes por causa das recaídas. O artista se afastou do grupo após um derrame, e esse foi um dos motivos que o fez se envolver com as drogas. Ele entrou ainda em uma depressão após perder alguns movimentos.

Após todo esse sofrimento, ele reencontrou sua família. Já reabilitado, Café encontrou seus filhos e revelou que faz mais de um ano que está limpo de drogas e bebidas.

Edson foi quem compôs o sucesso “É Tarde Demais”.

Fonte: Alegre de Tudo

Morador de rua reencontra família depois de 22 anos

Depois de viver mais de 20 anos longe da família, o morador de rua Edgar Faria de Souza pode reencontrar os parentes. O homem de 58 anos vivia em Alterosa, no sul de Minas Gerais, há um ano e desejava voltar para Caldeirão Grande, no Estado da Bahia.

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O encontro foi promovido pela Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Alterosa em parceira com administração municipal de Caldeirão Grande. Segundo a gestora municipal da Secretaria mineira, Cristian Mara, as buscas começaram há dois meses quando Souza procurou sua equipe e manifestou a vontade de voltar à Bahia.

Ele chegou até nós com a ajuda de um amigo e nos passou algumas informações, como a referência à cidade de Caldeirão Grande e o nome de alguns parentes.

Após o contato com a Assistência Social da cidade baiana e a troca de informações, as três filhas do morador de rua foram encontradas na zona rural do município e o reconheceram através de fotos. Os parentes foram até Alterosa e, depois de 22 anos longe, puderam abraçar Souza.

É um dos serviços que valem a pena. É muito gratificante ver alguém reencontrar a família, principalmente quando se trata de uma pessoa em situação em rua.

É o terceiro encontro que é realizado em Alterosa entre moradores de rua e suas famílias. Cristian destaca a importância das prefeituras apoiarem estas causas.

Reencontras os familiares é um direito garantido das pessoas em situação de rua. Todos os casos mantemos o contato de quatro a seis meses com os parentes. Já temos notícias que Souza está bem, em tratamento de saúde e tem acompanhamento psicológico.

Fonte: Veja